ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO NA INFÂNCIA

A relação entre os pets e as crianças é cercada de afeto e amizade. Mesmo assim, os pais ainda têm muitas dúvidas em relação aos problemas relacionados à saúde dos filhos, têm dúvidas se os vírus e bactérias carregados pelos animais pode acarretar prejuízos aos pequenos.

Segundo cientistas, a convivência das crianças com animais de estimação podem fortalecer o sistema imunológico, diminuindo o risco de doenças respiratórias e alergias, prevenir a ansiedade infantil e melhorar as habilidades sociais.

A Universidade de Aberta, no Canadá, realizou uma pesquisa com 700 bebês, onde 46% conviveram com ao menos um pet desde a gestação até os três meses após o nascimento. Analisando os exames de fezes, os pesquisadores chegaram à conclusão que esse grupo de 46% apresentaram cerca de 2x mais duas bactérias (Ruminococcus e Oscillospira) que os demais bebês. Essas bactérias estão ligadas à uma chance menor dessas crianças apresentarem complicações alérgicas e ganho acelerado de peso. O departamento de Psicologia Experimental da Universidade de São Paulo, confirma a melhora na imunidade dos nossos pequenos. Segundo os pesquisadores, a companhia dos peludos reduz as chances de desenvolver resfriados, problemas estomacais e dores de cabeça. Tudo isso em virtude dos níveis de imunoglobulina A (anticorpo que evita a proliferação viral ou bacteriana) que aumentam e fortalecem o sistema imunológico.

Um estudo recente, realizado pela Universidade de Oklahoma (EUA), acompanhou 643 crianças de 4 a 10 anos por 1 ano e meio e, concluiu que as crianças que convivem com pets têm menos probabilidade de sofrer de ansiedade infantil. Esse resultado comprova que a relação criança-animal estimula o afeto, a cumplicidade, a paciência e a responsabilidade. As crianças que têm tendência a desenvolver ansiedade na infância tem uma preocupação com tudo, o animal vem tirar o foco e ajudar as mesmas a aproveitar mais o momento com seu novo amigo, sem a preocupação com o que poderá acontecer depois, sem acelerar o fluxo das coisas.

Os animais também auxiliam na melhora e na qualidade da relação das crianças com as pessoas a sua volta. Segundo estudo da Universidade de Cambridge, analisando crianças entre 2 e 12 anos, perceberam que aquelas que possuem um vínculo forte com os animais de estimação acabam por se tornarem mais preocupadas em ajudar aos outros, em dividir e interagir mais. Outro dado revelado interessante, foi que – principalmente as meninas – confiam mais nos bichos que nos próprios irmãos. “Elas podem sentir que os pets não estão julgando e, como eles não parecem ter os próprios problemas, eles simplesmente escutam”, explicou o psiquiatra Matt Cassels, um dos responsáveis pela análise.

Vale lembrar que mesmo desmitificando que animais prejudicam a saúde das crianças, eles precisam estar com as vacinas e a saúde sempre em dia. Outro detalhe muito importante é mostrar aos filhos que os pets não são objetos. Os animais fazem bem, ajudam e estimulam os pequenos, porém é preciso ensinar que os peludinhos requerem cuidado, carinho e atenção. Além de um pet viver mais de 10 anos, geralmente, saber retribuir o amor verdadeiro é o maior aprendizado que podemos ter.

fonte: Revista Crescer

 

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